Sobre o IPIS

Cada ser humano é único, com suas dores, sua história e sua busca por felicidade. Independentemente de como você se encontra neste momento, acreditamos que você possui um potencial infinito para ter mais bem estar, uma vida mais significativa, aprofundar-se em seu autoconhecimento, bem como para despertar seus talentos adormecidos, virtudes e valores.  Nesse sentido, acreditamos no seu potencial de gerar impactos positivos na sua própria vida e na vida de outros seres, e temos a convicção de que auxiliando você nesse despertar e florescimento, estamos mudando o mundo para melhor. Esse é o nosso propósito.

Realizamos atividades que trabalham a integralidade do Ser, como por exemplo, diversos cursos na área de Práticas Integrativas e Complementares, atendimentos gratuitos de Reiki nos domingos a tarde, grupo de estudos e prática de meditação, atendimentos particulares, palestras, workshops, retiros e muitas outras iniciativas. Bastante coisa neh? E como conseguimos fazer isso tudo? Descubra logo logo.

Todos os instrutores do IPIS estão alinhados com o propósito e se capacitam continuamente, buscando reinventar seus cursos de modo a oferecer muito mais que uma apostila e um certificado, mas também proporcionar uma experiência profundamente transformadora. É por isso que nossos eventos são tão diferenciados.

Aí a história é um pouquinho maior. Convido você a descobrir o que motivou a nossa jornada, o que nos faz acreditar nesse propósito e o que nos dá energia para tantas ações que temos promovido nesses últimos 10 anos, tendo formado nesse tempo mais de 1.500 pessoas em nossos cursos e propiciado mais de 10.000 atendimentos gratuitos à população.

Nosso intuito é oferecer muito mais que uma apostila e um certificado, mas também proporcionar vivências profundamente transformadoras.

Tudo começou com nosso instrutor Eduardo Isaac, o qual inspirou o surgimento do IPIS – Instituto de Práticas Integrativas em Saúde. Que tal acompanhar o início dessa história pelas palavras dele mesmo?

“Lá atrás, eu não tinha nenhum conhecimento dessa área integrativa com a qual estou tão envolvido hoje. Nem havia me imaginado fazendo algo do tipo. Quando recebi o convite para fazer o curso de Reiki, no ano de 2010, eu já estava completando quatro anos de concursado no serviço público federal.

Embora ninguém soubesse, eu estava passando por uma fase muito difícil internamente. Tinha muita dificuldade para me levantar da cama dia após dia e me sentia cada vez mais triste e vazio. Não via mais sentido na vida.

Considerava minha situação muito estranha. Conquistei uma vaga no serviço público, algo com que tantas pessoas sonham. Eu tinha estabilidade e trabalhava em um local com boa mesa, cadeira confortável e ar-condicionado. Era visto por muitos como um privilegiado e tentava me sentir assim, até porque minha vida antes do concurso estava cheia de dificuldades financeiras. Quando prestei o concurso eu acreditava que encontraria, após a aprovação, certo "felizes para sempre", mas isso não veio. E também nas promessas da sociedade de consumo, do comprar, comprar, comprar, essa felicidade não veio.

Eu dizia a mim mesmo que devia ser grato por tudo isso que estava conquistando. mas no fundo, eu não era feliz. Isso me gerava ainda um sentimento de culpa. O que seria esse vazio que, mesmo após cada conquista, não era preenchido? Por que a alegria e o contentamento eram sempre tão passageiros?

Externamente, eu até aparentava estar bem. Quando me saudavam com a banalizada expressão “oi, tudo bem?”, eu sempre respondia automaticamente "sim, na correria, Graças a Deus". Afinal, apesar de ser tão corriqueiro perguntarmos se o outro está bem, na verdade são poucos aqueles que se dispõe a realmente a ouvir o outro. Se a resposta for “não, não está tudo bem”, os limites da superficialidade são postos à prova. Dia após dia eu coloquei uma máscara social e fingia estar tudo bem.

Sentia-me numa montanha russa de emoções. Às vezes, algo me distraía e eu me esquecia das dores internas. Depois a melancolia, a tristeza e a angústia visitavam-me novamente. Em alguns momentos experimentava apatia, em outros, sentia-me ansioso e meu coração acelerava, mesmo sem motivo aparente e até que a crise se intensificou.

Nesse cenário, eu decidi urgentemente procurar alguma coisa que me motivasse e que pudesse resgatar meu ânimo, energia e equilíbrio. Sim, continuaria no trabalho, pois precisava do salário para me manter, mas procuraria algo mais que me proporcionasse, quem sabe, um sentimento de realização e felicidade. Naquela época eu acreditava que a questão estava fora de mim e não dentro. Até cheguei a pensar em pedir exoneração, pois projetei fora de mim a culpa do que vivia interiormente. Só não pedi exoneração, pois primeiro, sabia que seria taxado de louco e, em segundo lugar, minha sobrevivência estaria ameaçada.

Nesse cenário, aquele convite estranho para um tal curso de Reiki, veio em boa hora. Talvez seria o momento de me envolver com algo novo e mesmo sem compreender o que era o Reiki, eu fui fazer o curso. Senti pequenas reverberações nas semanas seguintes ao curso, mas não imaginava o quanto minha vida ia mudar nos próximos meses e anos devido a esse encontro.

 

À medida que fui me aprofundando no Reiki, sentia-me mais fortalecido e mudanças positivas foram acontecendo. Algumas pessoas à minha volta começaram a notar que eu estava diferente de alguma maneira, com um semblante mais sereno, com os olhos brilhando, mais tranquilo nas minhas relações e atividades. Achei isso muito curioso e até engraçado, pois chegaram a me perguntar o que eu estaria fazendo para ter mudado, tendo algumas pessoas me perguntado inclusive se eu estava frequentando uma igreja nova ou outro centro religioso. A verdade era que não havia nenhuma mudança relacionada à religião, mas sim a jornada de autoconhecimento, reequilíbrio e desenvolvimento pessoal que eu estava vivenciando por ingressar nas práticas integrativas. Mas naquele momento, eu tinha vergonha de falar o que eu estava fazendo por medo de julgamentos, então eu só me esquivava da resposta.

 

Em seguida, comecei a ajudar outras pessoas através de atendimentos voluntários aos finais de semana. O olhar das pessoas após um momento de relaxamento e bem estar, proporcionado pelo atendimento de Reiki, sempre foi algo que me marcou profundamente. Me senti útil, vivo e motivado. Esse projeto continua até hoje com cerca de 30 a 50 pessoas por semana atendidas, mediante a ajuda de vários colaboradores amigos.

Atendimentos gratuitos de Reiki no IPIS, Terças (entrada 19 as 19h30) e Domingos (entrada das 16 as 17h30). Mais de 10.000 atendimentos realizados.

Algo que foi bem interessante, foi que com o passar do tempo e com a vivência do Reiki, tudo que eu achava que era o problema (ambiente de trabalho, pessoas difíceis etc), foi ressignificado e ganhou muito mais leveza. Depois de fazer outras formações em terapias integrativas, me tornei além de voluntário, terapeuta profissional. Após alguns anos, desejando compartilhar com outros aquilo me foi tão benéfico, me tornei também instrutor de Reiki e tenho a alegria e gratidão de já ter formado mais de 1.300 pessoas nesse caminho, até o ano em que escrevo esse relato, 2019.

Hoje, consigo olhar para trás e ser grato por tudo que vivenciei, por todas as dores e desafios, os quais foram as portas para que eu chegasse a esse lugar de bem estar e propósito que me encontro hoje. No entanto, reconheço que quando eu estava imerso na "tempestade", eu não via nenhuma luz no fim do túnel e se alguém me dissesse para "agradecer" ou "que tudo ia passar", provavelmente isso não teria nenhum efeito naquele "deserto" que vivia.

Convido vocês a se permitirem essa possibilidade, seja por meio do Reiki, seja por meio de outras Práticas Integrativas. Quem sabe, pode ajudar vocês como me ajudou. No entanto, devemos ter clareza que as Práticas não substituem tratamentos convencionais, mas são fortes aliadas, tanto na recuperação da saúde, quanto na prevenção, na elevação do bem estar, e no despertar de nossas potencialidades.

Uma das salas de cursos/treinamentos do Instituto IPIS. Mais de 1.300 alunos formados (até 2019).

Com muita gratidão pelo que as práticas integrativas nos proporcionaram de bem estar, cuidamos de cada detalhe para ajudar você nesse caminho também.

Bem, comecei nessa caminhada meio só, me sentindo um extraterrestre, pois no início de tudo não tinha muitas pessoas próximas que trilhavam o mesmo caminho. Com o passar do tempo, e mais pela força do exemplo do que qualquer tentativa de minha parte em convencer/converter as pessoas que me rodeavam, foi chegando outros amigos e familiares, até que quase toda minha família ingressou nesse caminho.

Mesmo com outras pessoas chegando, e ajudas esporádicas, de 2010 até o primeiro semestre de 2016, eu (Eduardo Isaac) estava a frente das atividades, realizando atendimentos particulares, coordenando os projetos de voluntariado, ministrando os cursos, mas chegou a um momento no qual eu não estava conseguindo responder a todas as demandas, ligações, e-mails, redes sociais etc. Percebi que tinha chegado a um certo limite e fiquei pensando em como poderia beneficiar mais os seres.

 

Tive então, uma ideia ousada: convidar minha irmã Gabrielly Isaac, a qual sempre julguei uma das pessoas mais competentes que conhecia, e que já tinha até graduação e mestrado acadêmico por uma universidade federal, a abandonar sua carreira e mergulhar de vez comigo nessa jornada de beneficiar os seres por meio das Práticas Integrativas. O convite foi aceito e surgiu então o IPIS - Instituto de Práticas Integrativas em Saúde no formato em que se encontra até hoje.

Atualmente além de cuidar de toda a parte administrativa e financeira a Gabrielly (Gaby), é uma excelente terapeuta e instrutora de Barras de Access e de Florais de Minas. 

Eu continuei responsável pelos projetos voluntários e cursos de Reiki e Radiestesia, além de facilitador do Grupo de Meditação. Mais recentemente minha esposa Samira Sampaio, que também já tinha uma experiência profissional incrível na área da Psicologia, após ter acompanhado tantas vidas serem transformadas, deixou de me apoiar (de modo fundamental) somente por detrás da cortina e entrou de vez para a equipe, tornando-se também terapeuta do IPIS e instrutora de Thetahealing.

Olho para toda essa história e não sei onde estaria ou como seria minha vida se não tivesse tido contato com o Reiki e com as outras práticas. Mas sei que, agora, estou escrevendo isso com o coração e mente serenos, com uma sensação de bem estar e propósito que valeu cada passo dessa longa jornada."

Mais um de nossos sonhos realizados, oferecer além das salas de treinamentos, um espaço com uma energia especial para vivências, meditações e rodas...

... e não podia faltar o elemento água, como nossos amigos peixinhos e um som maravilhoso da cascata tornando nossas práticas muito especiais.

O IPIS - Instituto de Práticas Integrativas em Saúde fica na área urbana da cidade de Uberlândia/MG, em local de muito fácil acesso e estacionamento. Está pertinho de uma das principais avenidas da cidade (Av. Getúlio Vargas) e há 3 minutos do centro da cidade. O endereço do Instituto IPIS é Rua Vital Macedo, 326, bairro Tabajaras, Uberlândia/MG. Nosso escritório funciona das 8h00 as 16h00 de segunda a sexta, e das 08h00 as 13h00 aos sábados. Estamos à disposição pelo fone (34) 9 9271-0144 e pelo e-mail ipisinstituto@gmail.com. Será uma alegria receber seu contato e/ou sua visita!

 

Seja bem vindo(a) ao Instituto IPIS

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IPIS - Instituto de Práticas Integrativas em Saúde

CNPJ: 24.985.463/0001-18

Av. Vital Macedo, 326 - Uberlândia, MG CEP 38400-290

Tel: (34) 9 9791-0144, ipisinstituto@gmail.com

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